segunda-feira, 16 de julho de 2012
102 anos de idade
Nasceu na Monarquia, a República nasceu já ele era nascido.
Passou pelas duas guerras mais a espanhola e pelo 25 de Abril.
Dá passeios com o seu filho de 80 anos.
A sua neta, de 60 anos, vive no Canadá e tem netos. São os seus tetranetos.
http://www.rtp.pt/programa/radio/p4651/c87577
terça-feira, 3 de julho de 2012
Big Brother
Juntem ainda
- utilização de cartões de crédito e débito
- Via Verde ou semelhante
- câmaras de vigilância por todo o local
- dados que deixamos um todo o lado: escolas, consultórios médicos, formulários disto e daquilo
- cartões de desconto e pontos e semelhantes
- passagens em aeroportos, etc, etc
Agora juntem as suspeitas de falta de controlo destes dados que notícias recentes têm levantado: os casos Relvas, ex-director dos serviços de informações, etc, etc
Na minha opinião, a utilização destes dados para focar a publicidade ainda é a menor delas.
sábado, 16 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
OP Oeiras em votação
Há imensas relacionadas com a circulação a pé e de bicicleta.
Uma oportunidade para exigir mobilidade não automóvel.
http://op2012.cm-oeiras.pt/ListaPropostasValidadas.aspx
Participe!
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Bicicletada em Cascais
Oportunidade para demonstrar que mobilidade não é necessariamente automóveis.
http://www.facebook.com/profile.php?id=100002596374918
Vem e trás um amigo também!
domingo, 10 de junho de 2012
Futebolândia
Antena 1, rádio pública, "headlines" para o jornal que estava a começar hoje à tarde. Algo como isto:
"A Espanha, no intervalo do seu primeiro jogo do Europeu, luta pela vitória, ao mesmo tempo que acabou de pedir um resgate dos seus bancos"
Mas o que é que uma coisa tem a ver com outra?
Como é que se colocam uma coisa tão pouco relevante (empate a zero ao intervalo) e outra tão grave, com enorme potencial de impacto em Portugal, no mesmo saco?
Haja futebol e tudo irá bem.
sábado, 9 de junho de 2012
Respeito
"Humberto Coelho aceita as críticas, mas exige respeito Rui Mendes 07 Jun, 2012, 14:00
O vice-presidente da FPF Humberto Coelho aceita as críticas, mas exige respeito."
Eu é que exijo respeito.
Começou o circo, tiram-se as bandeiras do baú, cantam os meninos a Portuguesa, inunda-se ainda mais de futebol, se possível é, os meios de comunicação social.
Abrem-se os telejornais com as maiores banalidades. Discute-se todos os dias a mesma trampa futebolística. Todo o ano, no privado e no público que tenho de pagar.
Que enjoo. Que miséria, que indigência.
domingo, 3 de junho de 2012
O ciclista e o cão
No verão, ao fim de semana, é proibido circular no paredão de Cascais. Não sabia, mas estavam lá 4 agentes da PSP para me barrar o caminho.
Carros no passeio? Tudo bem.
Bosta na relva? Nada contra.
Ciclista à vista? Perigo público, apear e já!
Note-se que o perigo neste caso revestia a forma de uma criança de 8 anos numa bicicleta e um adulto noutra, com outra criança numa cadeira. Um pai sedento de velocidade e pronto a provocar acidentes, portanto.
Compreendo que sendo proibido, os agentes façam cumprir. Mas então porque fazem de conta que não vêem os milhares de carris que me fazem desviar do passeio para a estrada? Também é proibido, parece-me.
Assim que saí da vista deles, montámos de novo, claro. Afinal se ninguém cumpre, não é?

Em 4 cepos
sábado, 2 de junho de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Orçamento participativo em Oeiras
Das 5 propostas já apresentadas (há uma modalidade de apresentação via Internet, em paralelo com Assembleias presenciais), 3 delas já são relacionadas com mobilidade em bicicleta ou a pé: http://op2012.cm-oeiras.pt/ListaPropostasValidadas.aspx
Aconteceu o mesmo no Orçamento Participativo 2011 de Cascais, como demonstrei antes, e o resultado foi NULO.
Vamos ver o que acontece em Oeiras este ano.
domingo, 6 de maio de 2012
Atraso nacional
Tinham passado 9 ou 10 minutos da hora marcada para o início de uma reunião, imaginemos que era às 14h, quanto entrou um director.
Esta reunião contava talvez quinze pessoas, todas elas gestores médios e directores.
Caso raríssimo naquela empresa, tinha começado à hora, quando muito com 1 ou 2 minutos de atraso.
O director entrou, olhou francamente espantado por a reunião estar já a decorrer, e perguntou algo como "mas a reunião não era às 14?", como se de facto atrasar 9 ou 10 minutos não fosse atrasar.
O espanto era de facto genuíno, pois na realidade é raro é o acontecimento que comece a horas, seja ele um concerto, uma aula, um comício, um jantar de amigos, uma reunião de condomínio, ou uma reunião de trabalho numa empresa.
E não estamos a falar de 1 ou 2 minutos como naquele (raríssimo) caso. Estamos sempre a falar de 15 minutos para cima.
Ora será que isto não tem nenhum impacto no estado geral de Portugal?
A maioria das pessoas dirá que não. Há sempre outros factores, 1001 outros, que explicam as crises e as condições de vida portuguesas. As invasões francesas, a ditadura, a falta de recursos naturais,.... E como são 1001, não é de facto nenhum. Quando todos são responsáveis, ninguém é de facto responsabilizável.
E este factor, que parte da coisa explicará? Ou será que esta falta de pontualidade é apenas um dos muitos factores que fazem de nós poucos produtivos e que resolvê-lo só por si, ainda que fosse possível, não resolveria de facto nada (ainda ficam os intermináveis e incontáveis intervalos para o café e para o cigarro, e, e, e ....)?
Pois é. De facto acho que i) nem se consegue mudar, nem ii) se se conseguisse, mudava alguma coisa de substancial.
E soluções?
______________
Como exemplo do contrário, tanto na pontualidade como no resultado global, tenho um para contar. E este é mesmo comigo.
Encontro de clientes de uma grande empresa sueca, na Suécia.
Existe uma agenda e esta é para cumprir.
O intervalo para almoço na cantina, de meia-hora, cumpre-se, ainda que apeteça ficar por ali mais um bocado a esticar as pernas ou a mascar (ou lá o que é) tabaco.
Chegam-se as 17h, a sessão de trabalho está animada e até parece contra-produtivo terminá-la.
Mas termina. Porque às 17:30 está agendada uma conversa amena à volta de umas cervejas.
E é assim.
E é assim que a Suécia está em 10º no Índice de Desenvolvimento Humano e Portugal em 41º.
"Não é nada por isso", diz a malta.
Pois não, é por causa de 1001 outros factores.
E como são muitos, ficamos assim.
=================================================
E mais um exemplo nacional:
Mais bicicletas
Deve ser a crise, a A5 também viu reduzir muito o seu trânsito.
Mais ciclistas, sim, mas ainda assim muito residual!
Vamos ver quando é que Cascais começa a dar umas pisadas no sentido de imitar Lisboa, que está no bom caminho.
É preciso criar massa crítica.
Ando a explorar essa ideia.
Parabéns pela Duque D'Ávila, que maravilha.
Progresso é isto.





