Quando pensamos que uma sanita ou um lavatório já só podem ter alterações estéticas, eis que da imaginação surge um ovo de Colombo: uma sanita que reutiliza a água usada do lavatório ali ao lado.
Brilhante.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
"Chico-espertice" lusa
Este tipo de chico-espertice não é em Portugal - nem em Itália, nem na Grécia - uma característica isolada. É um modo de vida nacional.
Artigo de Nuno Monteiro no i: pois é, os políticos saem bem ao povo que os gera. E que os merece.
Artigo de Nuno Monteiro no i: pois é, os políticos saem bem ao povo que os gera. E que os merece.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Petição: atravessamento da linha férrea com rampas
A passagem aérea que se vê na fotografia, localizada na Rua Câmara Pestana, Parede, não facilita o atravessamento da linha a quem tem mais dificuldades, a bicicletas, carros de bebé ou cadeiras de rodas.
É preciso andar bastante para se chegar a uma passagem em rampa.
São muitos os motivos e os residentes que atravessam a linha naquela zona.
Se concorda com a necessidade de dotar esta zona com um atravessamento da linha em rampas, assine a petição e divulgue-a.
Obrigado
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urbanismo
Urbanismo em Cascais
Depois da substituição de uma antiga vivenda em ruínas por um pequeno edifício, esta passadeira, no cruzamento da Av. da República com a R. Câmara Pestana, na Parede, ficou como se pode ver, a terminar no parque de estacionamento (aliás, o mesmo aconteceu com outra, à direita, que não se vê na fotografia).
Depois de reclamar com a CMC, o resultado foi este:
Palavras para quê?
Vou reclamar de novo.
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urbanismo
sexta-feira, 18 de março de 2011
António Costa
António Costa deu o pontapé de saída para a sucessão no PS e como Primeiro Ministro. Provavelmente ganhamos com a substituição.
sábado, 12 de março de 2011
A insustentável leveza dos jornais nacionais
Há alguns anos, comprava um diário ao fim de semana, variando entre o DN e o Público, com preferência para o segundo. Nos dias de semana não comprava, por falta tempo.
Entretanto, com o objectivo de atingirem mais leitores, estes diários aligeiraram-se no conteúdo e aumentaram o espaço dado à imagem. Tornaram-se tão superficiais que deixaram de valer a pena. Deixei de comprar.
Penso que com este movimento, estes jornais perderam os seus leitores mas não conquistaram os dos outros jornais, para quem DN e Público continuam a ser pouco sensacionalistas.
Percebo que os primeiros leitores sejam insuficientes para alimentar estes jornais, mas não sei se a cura não matará o paciente.
Na verdade, entre ler notícias nos diversos gratuitos ou comprar um daqueles diários, a diferença não compensa o preço.
Agora leio notícias numa aplicação de telemóvel, normalmente do New York Times. Leia-se uma destas notícias e outra numa aplicação semelhante de uma publicação nacional. Na segunda, relata-se o facto e nada mais. Nenhuma análise, nenhum contexto. Não vale mesmo a pena. Dificilmente poderão vir a cobrar por aquele conteúdo, tal como estão a deixar de conseguir cobrar pelo seu equivalente em papel.
Entretanto, com o objectivo de atingirem mais leitores, estes diários aligeiraram-se no conteúdo e aumentaram o espaço dado à imagem. Tornaram-se tão superficiais que deixaram de valer a pena. Deixei de comprar.
Penso que com este movimento, estes jornais perderam os seus leitores mas não conquistaram os dos outros jornais, para quem DN e Público continuam a ser pouco sensacionalistas.
Percebo que os primeiros leitores sejam insuficientes para alimentar estes jornais, mas não sei se a cura não matará o paciente.
Na verdade, entre ler notícias nos diversos gratuitos ou comprar um daqueles diários, a diferença não compensa o preço.
Agora leio notícias numa aplicação de telemóvel, normalmente do New York Times. Leia-se uma destas notícias e outra numa aplicação semelhante de uma publicação nacional. Na segunda, relata-se o facto e nada mais. Nenhuma análise, nenhum contexto. Não vale mesmo a pena. Dificilmente poderão vir a cobrar por aquele conteúdo, tal como estão a deixar de conseguir cobrar pelo seu equivalente em papel.
segunda-feira, 7 de março de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Uma ideia para 2011 - 4
E se em vez de conduzirmos da nossa garagem para a garagem do centro comercial, para passar uma triste tarde interior, apanharmos o autocarro gratuito do Oeiras Parque mas, em vez de entrarmos, irmos para o Parque dos Poetas ou darmos uma volta de SATU (suponho que só serve para isso)?
O Oeiras Parque talvez não goste da ideia, mas a gente não lhe diz.
O Oeiras Parque talvez não goste da ideia, mas a gente não lhe diz.
E se o dia estiver de chuva forte, como hoje, podemos sempre calçar botas de borracha, vestir umas calças impermeáveis e ir chapinhar para as poças de água. Para os miúdos ainda é mais divertido.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Google Body
Ora aqui está mais uma maravilha da Google.
Para entreter e ensinar os miúdos por uns quartos de hora. Ou para ajudar a visualizar o que num livro é estático.
Ou (até) para usar na sala de aula.
Sempre a surpreender.
Fantástico, uma vez mais.
(Não funciona no Internet Explorer)
Para entreter e ensinar os miúdos por uns quartos de hora. Ou para ajudar a visualizar o que num livro é estático.
Ou (até) para usar na sala de aula.
Sempre a surpreender.
Fantástico, uma vez mais.
(Não funciona no Internet Explorer)
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Passivo ambiental
"Arranca hoje limpeza da Quimiparque no Barreiro"
Quando como uma manga que atravessa o Atlântico de avião, quando compro uma bugiganga de plástico a preço insignificante que vem da China, quando bebo uma garrafa de água de plástico que atravessou o país, quando troco de televisão sem necessidade: pensamos nestas amenidades da vida moderna e vemos apenas progresso, comodidade, bem estar. Não vemos insensatez sob a forma de impactos insustentáveis ou muito caros.
Nenhum destes impactos futuros sobre o ambiente é pago: a poluição dos transportes de distâncias enormes, o impacto do lixo produzido por embalagens ou equipamentos em fim de vida, o abuso de utilização de recursos insubstituíveis, a destruição de vida.
Se e quando for necessário colmatar estes impactos ambientais (retirar o carbono da atmosfera, recolher o plástico no ambiente, descontaminar solos, etc, etc), a factura aparecerá. E será apresentada às gerações dessa altura, pois claro. Será uma factura em dinheiro ou em qualidade de ambiente, qualidade de vida. Mas aparecerá.
Quando como uma manga que atravessa o Atlântico de avião, quando compro uma bugiganga de plástico a preço insignificante que vem da China, quando bebo uma garrafa de água de plástico que atravessou o país, quando troco de televisão sem necessidade: pensamos nestas amenidades da vida moderna e vemos apenas progresso, comodidade, bem estar. Não vemos insensatez sob a forma de impactos insustentáveis ou muito caros.
Nenhum destes impactos futuros sobre o ambiente é pago: a poluição dos transportes de distâncias enormes, o impacto do lixo produzido por embalagens ou equipamentos em fim de vida, o abuso de utilização de recursos insubstituíveis, a destruição de vida.
Se e quando for necessário colmatar estes impactos ambientais (retirar o carbono da atmosfera, recolher o plástico no ambiente, descontaminar solos, etc, etc), a factura aparecerá. E será apresentada às gerações dessa altura, pois claro. Será uma factura em dinheiro ou em qualidade de ambiente, qualidade de vida. Mas aparecerá.
E poderíamos pensar que estes impactos são essencialmente coisa do passado, uma herança que não está a crescer. Ao contrário: está a crescer desmesuradamente, à velocidade do crescimento das sociedades de consumo e impulsionada pelo baixo preço do petróleo. Podemos ver isso pelo nosso país, que no entanto é insignificante quando comparado com a China ou a Índia, por exemplo. E mais tarde também África há-de reclamar o seu direito a uma vida melhor.
Hoje os produtos em grande medida não incorporam estas externalidades de impacto ambiental. Cada um de nós pode, porém, incorporá-las no nosso processo de decisão de compra, de utilização, etc. Assim tenhamos consciência dos custos e queiramos agir.
Hoje os produtos em grande medida não incorporam estas externalidades de impacto ambiental. Cada um de nós pode, porém, incorporá-las no nosso processo de decisão de compra, de utilização, etc. Assim tenhamos consciência dos custos e queiramos agir.
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consumo
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Hortas urbanas de Carcavelos
Começam a ser cultivadas e dar os primeiros frutos.

Poder cultivar uns legumes à porta de casa, ser alternativa à depressão ou ao lixo televisivo, constituir-se como agregador da vizinhança.
Isto é progresso, por mais antiquada ou saloia que a agricultura seja por cá considerada.

Poder cultivar uns legumes à porta de casa, ser alternativa à depressão ou ao lixo televisivo, constituir-se como agregador da vizinhança.
Isto é progresso, por mais antiquada ou saloia que a agricultura seja por cá considerada.
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agricultura urbana
Passeio a mais
Aqui existia excesso de passeio. "Mobilidade" a mais.

Ora toma lá com este redutor. Passeio largo de mais habitua-os mal.

Ora toma lá com este redutor. Passeio largo de mais habitua-os mal.
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espaço público,
mobilidade
sábado, 22 de janeiro de 2011
Antígono
O CCB deu vida a esta ópera, estreada em Lisboa pouco tempo antes do terramoto e com ele enterrada até hoje.
São apenas duas exibições.
Como é possível que a elite portuguesa, ou a intelectualidade, ou mesmo ambas em conjunto, não condigo encher duas vezes o grande auditório?
Penso que será mais fácil encher-se uma festa "social" que esgotar uma oportunidade que talvez não se repita nos próximos 250 anos.
E não me venham com a crise, pelo menos a económica
Triste.

São apenas duas exibições.
Como é possível que a elite portuguesa, ou a intelectualidade, ou mesmo ambas em conjunto, não condigo encher duas vezes o grande auditório?
Penso que será mais fácil encher-se uma festa "social" que esgotar uma oportunidade que talvez não se repita nos próximos 250 anos.
E não me venham com a crise, pelo menos a económica
Triste.

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Cultura
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Mistérios do Trânsito
O trânsito, e em particular a formação de bichas, parece um mistério.
Por vezes está-se parado até que de repente tudo começa de novo a andar, sem se ver um carro avariado ou acidentado.
Pois fica aqui um video que explica o que parece inexplicável: a distracção e o comportamento não uniforme de uma grande quantidade de condutores, aliados à densidade de tráfego, são factores que só por si geram caos e bichas de trânsito.
Este é um problema que desapareceria se os carros fossem comandados por computadores, em vez de conduzidos pelas pessoas. O algoritmo certo (por exemplo, não ganhar velocidade quando não é preciso, começar a abrandar assim que é previsível ser necessário, ausência de "chico-espertismo" que beneficia um em detrimento de todos os outros) evitaria em grande medida o comportamento que se pode ver no video.
Por vezes está-se parado até que de repente tudo começa de novo a andar, sem se ver um carro avariado ou acidentado.
Pois fica aqui um video que explica o que parece inexplicável: a distracção e o comportamento não uniforme de uma grande quantidade de condutores, aliados à densidade de tráfego, são factores que só por si geram caos e bichas de trânsito.
Este é um problema que desapareceria se os carros fossem comandados por computadores, em vez de conduzidos pelas pessoas. O algoritmo certo (por exemplo, não ganhar velocidade quando não é preciso, começar a abrandar assim que é previsível ser necessário, ausência de "chico-espertismo" que beneficia um em detrimento de todos os outros) evitaria em grande medida o comportamento que se pode ver no video.
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